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EM JULHO

O Grupo Cemitério de Automóveis vai estar no Rio de Janeiro apresentando uma mostra de quatro espetáculos.
No Teatro Ziembinski, na Tijuca (em frente ao metrô) - Rua Heitor Beltrão, s/n
Sempre a partir das 20h
04, 05 e 06 de Julho
CHAPA QUENTE

Texto : André Kitagawa
Adaptação : Mário Bortolotto
Direção : Mário Bortolotto e André Kitagawa
Elenco : Mário Bortolotto, Paulo de Tharso, Martha Nowill, Caca Manica, Érika Puga, Marcos Amaral, Paulinho Faria, Walter Figueiredo, Francisco Eldo Mendes , Gabriel Pinheiro e Régis Santos
– Adaptação dos quadrinhos de André Kitagawa. Sete histórias carregadas de humor negro e violência urbana
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Dias 11, 12 e 13 de Julho
EFEITO URTIGÃO

Texto e Direção : Mário Bortolotto
Elenco : Mário Bortolotto e Paulo de Tharso
Jornalista brilhante mas insatisfeito com a profissão, se isola em um sítio. Amigo também jornalista vai atrás dele tentando escrever a matéria de sua vida.
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Dias 18, 19 e 20 de Julho
KEROUAC

Texto : Mauricio Arruda Mendonça
Direção : Fauzi Arap
Elenco : Mário Bortolotto
Monólogo que narra os últimos dias de vida do escritor Jack Kerouac que morreu aos 47 anos de hemorragia estomacal, marcado pelo excesso de bebida.
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Dias 25, 26 e 27 de Julho
À QUEIMA-ROUPA

Texto e Direção : Mário Bortolotto
Elenco : Eucir de Souza, Mário Bortolotto, André Cecato, Gabriel Pinheiro, Marcos Amaral, Walter Figueiredo e elenco carioca convidado.
– Criminoso violento e psicopata sai da cadeia e reencontra antigo amigo. Enquanto tenta arrastar o amigo de volta pro crime, comete uma série de assassinatos acreditando estar fazendo justiça do seu jeito extremamente pessoal.
Escrito por Cemitério de Automóveis às 18h44
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EM CARTAZ
Escrito por Cemitério de Automóveis às 08h02
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FESTA DE LANÇAMENTO DO LIVRO CEMITÉRIO EM CENA

Escrito por Cemitério de Automóveis às 21h53
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A VOLTA DO CEMITÉRIO DE AUTOMÓVEIS
COCOONINGS
Texto : Mário Bortolotto
Direção : Gabriel Pinheiro
Elenco : Alessandro "Robocop" Bartel, Walter "Figueiredo" Batata, Gustavo Brandão, Mariana Leme e Fabiana Vajman.
Iluminação e Sonoplastia : Marcelo Montenegro
No próximo sábado estréia no Teatro Ruth Escobar.

Escrito por Cemitério de Automóveis às 16h15
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NA COOP TV
A Coop Tv é uma emissora da Cooperativa de Teatro. Dias atrás a gente tava jantando e fazendo uma reunião de Grupo no Planeta´s e os caras da Cooperativa baixaram lá pra me entrevistar. E já tá no ar.
Pra quem interessar, é só clicar nesse link aí e ir avançando. A entrevista tá no último bloco.
http://www.cooperativadeteatro.com.br/portal/articles.php?id=115
Escrito por Cemitério de Automóveis às 11h49
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EM RECESSO
Com o fim da IV Mostra, não sabemos ainda o que vai acontecer. A gente tinha um projeto fudido pra comemorar os 25 anos do Grupo, mas não fomos aprovados na Lei do Fomento e com isso ficamos na impossibilidade de realizar o que a gente tinha planejado. Os integrantes do Grupo estão envolvidos em outros trabalhos fora do Grupo e por enquanto é tudo muito incerto. Só sei que a gente inaugura no dia 02 de Agosto o Espaço Cemitério de Automóveis em Londrina. Vamos apresentar "Efeito Urtigão" e lançar o livro de fotos do Grupo. E por enquanto é isso aí.
Escrito por Cemitério de Automóveis às 09h45
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Foi du caralho. O encerramento da Mostra foi du caralho. Duas sessões lotadas de "Chapa Quente". Ainda ficou gente pra fora na segunda sessão. A festa foi du caralho. É claro que eu particularmente, senti falta de uma pá de amigos. Mas quem esteve lá e é da praia, se divertiu pra caralho. Quando digo isso, só quero dizer que quem não é da praia pode achar tudo uma grande merda. Começou meio tímida, com Amalfi e Kim brincando de guitar hero. Aí fui lá e cantei "Cachaceiro". Linari mandou "Confortável" do André Cristovam e as coisas começaram a acontecer. Linari e eu fizemos "Juke Box" e depois Picanha chegou junto e a gente mandou "Nossa Vida não vale um Chevrolet" e "O Rei da Ralé". Fernanda chegou, cantou seus blues rasgados e depois a gente improvisou alguns jazzinhos da "Tempo Instável". Picanha, é claro cantou "Roadhouse Blues" e depois Linari se juntou a ele e celebramos "Sweet Home Alabama" com Picanha cantando versos da música em francês. Aí na sequência aconteceu o que podia acontecer de mais acachapante. O mito Diniz subiu lá e cantou. Não tenho palavras pra descrever a experiência. Simplesmente inesquecível. Ainda teve André Ceccato cantando "Marisa Monte" e "Pink Floyd". Infelizmente a fita de vídeo já tinha acabado nessa hora. Foi foda. Depois discotequei um pouco até uma hora que cansei e mandei ver alguns blues que eram só pra mim mesmo. Não tava nem um pouco preocupado se alguém tava curtindo. E fiquei bebendo conhaque e pensando que a vida no geral é triste pra caralho, mas há momentos que são únicos e que podem fazer você voltar a acreditar em redenção, pedaços de céu e uma brisa fresca numa praia abandonada. Há momentos assim. São só momentos, é claro, mas valem a pena pra caralho.
Escrito por Cemitério de Automóveis às 15h23
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FELIZES PARA SEMPRE - ÚLTIMO DIA

Tenho certeza que um dia a minha inclinação por camas baixas e mulheres de bota de cano alto ainda vai me causar problemas. Assim como dou a indevida atenção para assuntos desinteressantes, deveria portar-me de maneira oposta quando a relevância, essa medusa assustada, chacoalha as madeixas. Isso é um aviso. Bem, estava pensando sobre a peça “Felizes para sempre”. Vejamos (quase) todas as possibilidades: a) comentar as cenas sequencialmente; b) comentar o que há de comum nelas; c) comentar o que há de diferente nelas. OU: a) comentar cada atuação; b) comentar cada atuação mas destacando uma ou duas em especial; c) comentar a peculiaridade de cada atuação. OU: a) destacar o efeito que o texto causa nas pessoas quando elas se reconhecem e quando elas não se reconhecem. Não acredito nisso: ou você sabe sobre o que quer escrever ou desiste. Existem outras possibilidades, lamber um scarpin escondido no banheiro é apenas uma delas. Divago porque hoje tive que ir até o centro da cidade e vender um livro do Pietro Maria Bardi por apenas dois reais e alguns centavos. Um outro, sobre as obras de arte da coleção Freud, igualmente por dois reais e alguns centavos. E ainda tive que explicar pro cara do balcão quem era Pietro Maria Bardi (sobre o Freud ele teve apenas o meu silêncio). Mas eu estava falando sobre a peça. Querem saber do que se trata? Dos tais centavos. Como assim? Sei que muitos vão duvidar de mim, mas esses talvez não conheçam o valor das moedas que ficam escondidas no fundo das gavetas.
(Douglas Kim)

FELIZES PARA SEMPRE
Texto e Direção : Mário Bortolotto
Elenco : Barbara Paz, Nelson Peres, Chris Couto, Marcos Cesana, Fernanda D´Umbra e Mário Bortolotto
Sonoplastia e Iluminação : Mário Bortolotto
Operação Técnica : Marcelo Montenegro
Cenotécnica : Régis "NêgaDete" dos Santos
Produção : Fernanda D´Umbra
Assist. de Produção : Paulo F
Hoje : 21h
Centro Cultural São Paulo (Porão / Sala Ademar Guerra)
Rua Vergueiro, 1.000 (Metrô Vergueiro)
Ingressos R$ 15

Escrito por Cemitério de Automóveis às 08h37
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IV MOSTRA CEMITÉRIO DE AUTOMÓVEIS - ÚLTIMA SEMANA
Programação
Terça-Feira (24/04)
Efeito Urtigão

Quarta-Feira (25/04)
Felizes para Sempre

Quinta (26/04) e Sexta (27/04)
A Frente Fria que a chuva traz

Sábado (28/04) e Domingo (29/04)
Chapa Quente

Centro Cultural São Paulo (Porão - Sala Ademar Guerra)
Rua Vergueiro, 1.000 (Metrô Vergueiro)
Ingressos : R$ 15
De terça a Sábado : 21h / Domingo : 20h
Escrito por Cemitério de Automóveis às 13h15
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A FRENTE FRIA QUE A CHUVA TRAZ


A FRENTE FRIA QUE A CHUVA TRAZ
Texto e Direção : Mário Bortolotto
Elenco : Fernanda D´Umbra, Erika Puga, André Cecato, Jerusa Franco, Maíra Chassereaux, Gabriel Pinheiro, Francisco Eldo Mendes, Marisa Lobo Viana, Jiddu Pinheiro e Mário Bortolotto.
Sonoplastia e Iluminação : Mário Bortolotto
Operação Técnica : Marcelo Montenegro
Cenário : Gabriel Pinheiro
Cenotécnica : Régis "NêgaDete" dos Santos
Produção : Fernanda D´Umbra
Ass. de Produção : Paulo F
Quinta e Sexta - 21h
Centro Cultural São Paulo (Porão - Sala Ademar Guerra)
Rua Vergueiro, 1.000 (Metrô Vergueiro)
Ingressos : R$ 15
Até 27/04

Os amigos escrevem:
O Marião é o Rei dos Títulos e esse é um daqueles perfeitos. Nesse texto o Bortolotto leva o blues prum universo estranho e hiper real. Fernanda D'Umbra hipnotiza a platéia de novo, já o autor/ator aparece num registro minimalista perfeito. Outro nocaute do Homem que conhece a solidão.
(Pierre "Maléfico" Porpeta)
Com o foco e contra azuis mais bonitos que já vi... E a brilhante e dolorida Amsterdã, criada e recriada pelos meus amigos Mário Bortolotto e Fernanda D'Umbra. Emociona demais ver a Amsterdã (uma ninguém) cuspindo cerveja na cara de um mauricinho babaca (um alguém) e depois pedir o colo de um Ninguém... É bom ver um elenco desses numa peça dessa.
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