Blog do Grupo de Teatro Cemitério de Automóveis
     
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TEMPO INSTÁVEL NA FUNARTE - PRA EVITAR O HALLOWEEN

Hoje - Sábado (30/10) e Amanhã - Domingo (31/10) a nossa banda (Tempo Instável) vai estar tocando na Funarte em São Paulo. Os velhos sucessos de sempre (que ninguém conhece) e aquelas velhas covers de amigos (que ninguém conhece). Acho que vai ser divertido, mas como não tô podendo utilizar o mailing do Cemitério, tá meio difícil de divulgar. Por isso peço ao pequeno contingente de amigos que gostam do som da banda, para que ajudem a divulgar.

O Show acontece na Funarte, na Sala Carlos Miranda.

A Funarte fica na Alameda Nothman, 1058 (entre os metrôs Santa Cecília e Marechal Deodoro)

O telefone de lá é 3662-5177

Sábado (dia 30) às 21h

Domingo (dia 31) às 20h

Ingressos : R$ 12 e R$ 6 (meia)

PS : Os amigos que tiverem sem grana pra comprar o ingresso, liguem pra mim. Eu sei como é isso. A gente dá um jeitinho.



 



 Escrito por Cemitério de Automóveis às 16h45
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Michel Fernandes me entrevistou para o site Aplauso Brasil. O texto do Michel e a entrevista tão na rede, e é esse aí:

 

Michel Fernandes, especial para o Ultimo Segundo

 

SÃO PAULO – Quem tem a sorte de conviver nas noites paulistanas, precisamente ali na Praça Roosevelt, e sentar na mesa do La Barca e conversar com gente de teatro do mais respeitável calibre, teve o prazer de dividir a mesa com o dramaturgo Mário Bortolotto que estréia nesta terça (12), 21h30, no Espaço dos Satyros, sua nova peça, “O Que Restou do Sagrado”.

Sujeito irreverente, divertido, iconoclasta e sincero a ponto de chocar os falsos pudicos, Bortolotto coloca toda sua espontaneidade nas peças que escreve e, na maioria das vezes dirige. Poucos sabem que ele é católico e se considera temente a deus. Inclusive foi seminarista.

E daí veio a inquietação que o faz refletir sobre o sagrado, colocando seis personagens confinados numa igreja que tem que confessarem-se e tentar salvar a humanidade.

Em entrevista exclusiva ao Aplauso Brasil, o autor, diretor e autor Mário Bortolotto fala sobre “O Que Restou do Sagrado”.

Aplauso Brasil – Qual o principal estímulo que o levou a abordar o tema do sagrado?

Mário Bortolotto - Eu sou católico e temente a Deus. Não é brincadeira. Fui seminarista por cinco anos. Quer dizer, em algum momento da minha vida, até quis ser padre. Hoje não sou do tipo católico que freqüenta a igreja. Há muito tempo não vou à uma missa. Tenho meus problemas com qualquer espécie de culto. Mas continuo me atormentando com minhas crenças. Como, aliás, já me atormentava mesmo nos tempos de seminário. Quero entender que Deus me deu livre-arbítrio e que sou senhor do meu destino, mas às vezes me pego fazendo coisas que não queria exatamente estar fazendo. Por que essa merda toda? Às vezes tenho a impressão de que Deus brinca com a gente como marionetes ou algo do tipo. Tenho impressão que ele se diverte com isso tudo. Tenho impressão que ele saiu fora abandonando a gente ao...desculpe, mas não resisto...ao Deus dará. Precisava falar sobre isso. Há muito tempo tava precisando disso. Não é nada de novo. É só meu jeito de querer questionar isso tudo. 

Aplauso - As pessoas estão confinadas numa igreja para se confessarem e, se possível, salvar a humanidade. Qual formato você dá a tal enredo para que o espetáculo fique interessante?

Mário Bortolotto - Esse espetáculo tem um ritmo que chega a ser alucinante. Enchi muito o saco dos atores pra que a gente conseguisse esse ritmo que parece uma montanha russa que de vez em quando emperra por conta de uma pane em suas engrenagens. Foi um trabalho muito difícil de direção. É um trampo cheio de sutilezas. Poético e violento. Espero que tenha ficado interessante.

Aplauso - O que significa para a Cia. de Teatro Cemitério de Automóveis a montagem deste espetáculo?

Mário Bortolotto - É a continuação de um processo, de um aprofundar em algumas questões. De um amadurecimento do trabalho do Grupo. Tenho percebido que temos saído de uma coisa mais pop para algo mais baixo ventre. Desde o espetáculo “Homens, Santos e Desertores”, passando por “A Frente Fria que a Chuva traz” e, agora, com esse novo, temos nos tornado mais sérios no que essa designação tem de melhor. Não estamos sisudos ou pernósticos. Estamos apenas mais “sérios”. Continuamos com nossas referências pop (literatura, histórias em quadrinhos, cinema, rock and roll), mas agora em nome de algo que eu chamaria de “rock and roll para adultos”.

Aplauso - Qual a configuração executiva do grupo no momento? (dinheiro, sede, etc)

Mário Bortolotto - Estamos vivendo os últimos suspiros do Fomento (Programa de Fomento ao Teatro Para a Cidade de São Paulo). Essa peça faz parte do Fomento. O dinheiro que temos dá para cumprir o projeto prometido no Fomento. Só. Não temos mais dinheiro, não temos sede, nem porra nenhuma.

Aplauso - Quais os próximos projetos do grupo?

Mário Bortolotto - A gente quer fazer no ano que vem a Terceira Mostra “Cemitério de Automóveis”, dessa vez com mais de 30 peças. E no começo de Dezembro deve ser publicado o livro “Crônica de um Teatro Espontâneo – Trajetória Teatral e Etílica do Grupo de Teatro Cemitério de Automóveis”, que escrevo, contando a história do Grupo.

 



 Escrito por Cemitério de Automóveis às 10h51
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E Sábado (30/10) e Domingo (31/10) a nossa banda (Tempo Instável) vai estar tocando na Funarte em São Paulo. Os velhos sucessos de sempre (que ninguém conhece) e aquelas velhas covers de amigos (que ninguém conhece). Acho que vai ser divertido, mas como não tô podendo utilizar o mailing do Cemitério, tá meio difícil de divulgar. Por isso peço ao pequeno contingente de amigos que gostam do som da banda, para que ajudem a divulgar.

O Show acontece na Funarte, na Sala Carlos Miranda.

A Funarte fica na Alameda Nothman, 1058 (entre os metrôs Santa Cecília e Marechal Deodoro)

O telefone de lá é 3662-5177

Sábado (dia 30) às 21h

Domingo (dia 31) às 20h

Ingressos : R$ 12 e R$ 6 (meia)

PS : Os amigos que tiverem sem grana pra comprar o ingresso, liguem pra mim. Eu sei como é isso. A gente dá um jeitinho.




 Escrito por Cemitério de Automóveis às 12h58
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HOJE TEM "O QUE RESTOU DO SAGRADO".

Terças e Quartas - 21h30

Ingresso: R$ 10,00

Recomendação: 16 anos

 

Espaço dos Satyros

Praça Roosevelt, 214
Tel: (11) 3258-6345



 



 Escrito por Cemitério de Automóveis às 10h12
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