Blog do Grupo de Teatro Cemitério de Automóveis
     
Histórico
28/06/2009 a 04/07/2009
14/09/2008 a 20/09/2008
03/08/2008 a 09/08/2008
27/07/2008 a 02/08/2008
20/07/2008 a 26/07/2008
13/07/2008 a 19/07/2008
06/07/2008 a 12/07/2008
22/06/2008 a 28/06/2008
25/05/2008 a 31/05/2008
09/12/2007 a 15/12/2007
11/11/2007 a 17/11/2007
04/11/2007 a 10/11/2007
29/04/2007 a 05/05/2007
22/04/2007 a 28/04/2007
15/04/2007 a 21/04/2007
08/04/2007 a 14/04/2007
01/04/2007 a 07/04/2007
25/03/2007 a 31/03/2007
18/03/2007 a 24/03/2007
11/03/2007 a 17/03/2007
04/03/2007 a 10/03/2007
18/02/2007 a 24/02/2007
11/02/2007 a 17/02/2007
21/01/2007 a 27/01/2007
10/12/2006 a 16/12/2006
03/12/2006 a 09/12/2006
26/11/2006 a 02/12/2006
19/11/2006 a 25/11/2006
12/11/2006 a 18/11/2006
05/11/2006 a 11/11/2006
29/10/2006 a 04/11/2006
22/10/2006 a 28/10/2006
15/10/2006 a 21/10/2006
08/10/2006 a 14/10/2006
10/09/2006 a 16/09/2006
06/08/2006 a 12/08/2006
02/07/2006 a 08/07/2006
25/06/2006 a 01/07/2006
18/06/2006 a 24/06/2006
11/06/2006 a 17/06/2006
04/06/2006 a 10/06/2006
28/05/2006 a 03/06/2006
21/05/2006 a 27/05/2006
14/05/2006 a 20/05/2006
07/05/2006 a 13/05/2006
30/04/2006 a 06/05/2006
23/04/2006 a 29/04/2006
16/04/2006 a 22/04/2006
09/04/2006 a 15/04/2006
02/04/2006 a 08/04/2006
26/03/2006 a 01/04/2006
19/03/2006 a 25/03/2006
12/03/2006 a 18/03/2006
05/03/2006 a 11/03/2006
19/02/2006 a 25/02/2006
12/02/2006 a 18/02/2006
29/01/2006 a 04/02/2006
25/12/2005 a 31/12/2005
18/12/2005 a 24/12/2005
11/12/2005 a 17/12/2005
04/12/2005 a 10/12/2005
06/11/2005 a 12/11/2005
30/10/2005 a 05/11/2005
23/10/2005 a 29/10/2005
25/09/2005 a 01/10/2005
18/09/2005 a 24/09/2005
11/09/2005 a 17/09/2005
04/09/2005 a 10/09/2005
28/08/2005 a 03/09/2005
21/08/2005 a 27/08/2005
07/08/2005 a 13/08/2005
31/07/2005 a 06/08/2005
24/07/2005 a 30/07/2005
17/07/2005 a 23/07/2005
10/07/2005 a 16/07/2005
03/07/2005 a 09/07/2005
26/06/2005 a 02/07/2005
19/06/2005 a 25/06/2005
12/06/2005 a 18/06/2005
29/05/2005 a 04/06/2005
22/05/2005 a 28/05/2005
15/05/2005 a 21/05/2005
08/05/2005 a 14/05/2005
01/05/2005 a 07/05/2005
24/04/2005 a 30/04/2005
17/04/2005 a 23/04/2005
10/04/2005 a 16/04/2005
03/04/2005 a 09/04/2005
27/03/2005 a 02/04/2005
20/03/2005 a 26/03/2005
13/03/2005 a 19/03/2005
06/03/2005 a 12/03/2005
27/02/2005 a 05/03/2005
20/02/2005 a 26/02/2005
13/02/2005 a 19/02/2005
06/02/2005 a 12/02/2005
30/01/2005 a 05/02/2005
23/01/2005 a 29/01/2005
16/01/2005 a 22/01/2005
09/01/2005 a 15/01/2005
02/01/2005 a 08/01/2005
26/12/2004 a 01/01/2005
19/12/2004 a 25/12/2004
12/12/2004 a 18/12/2004
05/12/2004 a 11/12/2004
28/11/2004 a 04/12/2004
21/11/2004 a 27/11/2004
14/11/2004 a 20/11/2004
07/11/2004 a 13/11/2004
31/10/2004 a 06/11/2004
24/10/2004 a 30/10/2004
17/10/2004 a 23/10/2004
10/10/2004 a 16/10/2004
26/09/2004 a 02/10/2004
12/09/2004 a 18/09/2004
05/09/2004 a 11/09/2004
29/08/2004 a 04/09/2004
01/08/2004 a 07/08/2004
25/07/2004 a 31/07/2004
27/06/2004 a 03/07/2004
13/06/2004 a 19/06/2004
06/06/2004 a 12/06/2004
30/05/2004 a 05/06/2004
23/05/2004 a 29/05/2004
16/05/2004 a 22/05/2004
09/05/2004 a 15/05/2004
02/05/2004 a 08/05/2004
25/04/2004 a 01/05/2004
11/04/2004 a 17/04/2004
04/04/2004 a 10/04/2004
28/03/2004 a 03/04/2004
21/03/2004 a 27/03/2004
14/03/2004 a 20/03/2004
07/03/2004 a 13/03/2004
Outros sites
Cemitério em Cenas
Mário Bortolotto
Fernanda D´Umbra
Marcelo Montenegro
Bactéria
Marcello Amalfi
Paulinho Pankada
Marisa Lobo Viana
Teatro dos Satyros
Parlapatões
G7
Grupo Folias
Armazem
Sutil Companhia de Teatro
Mauro Mello
Sebastião Millaré
Sam Shepard
Eric Bogosian
David Mamet
Jim Jarmusch


O que é isto?
 


EU NÃO TENHO RESPOSTAS

O Pedro Pellegrino escreveu no blog dele. E eu não tenho respostas, Brother.

HOMENS , SANTOS E DESERTORES

 

Como uma peça pode ser tão boa ?

Como uma peça pode mexer tanto com a gente ?

Como uma peça pode te nocautear em todos os assaltos ?

Como uma peça pode pegar lá no fundo da sua alma ?

Como uma peça pode ser assistida pela terceira vez e sempre parecer a primeira ?

Como uma peça me faz sempre ficar com cara de bobo por não saber o que dizer?

Será que toda vez que sair dela , não saberei pra onde estou indo ?

Como uma peça pode fazer o tempo parar?

Como uma trilha-sonora pode ser tão boa ?

Como um escuro pode ser tão essencial ?

Como umas luzes podem atuar junto com os atores?

E aquelas frases , falas , interrogações , exclamações?

Como dois atores podem ser tão geniais ?

Como uma direção pode ser tão espetacular , que você nem a percebe?

Como uma peça pode te fazer entender um pouco mais a sua indiferença?

Como uma peça pode fazer os seus batimentos cardíacos dispararem?

Por que será que minha mão sempre fica suada?

Como uma peça pode ficar sempre na sua cabeça?

Como uma peça consegue mostrar a dor dos homens , santos e desertores?

Como uma peça faz um cara que estava na minha frente , ficar balançando a cabeça positivamente o tempo todo?

Como todas aquelas palavras parecem feitas por encomenda?

Como não ficar emocionado?

Como uma peça faz você sentir mais perto de Deus?

 

Respostas, favor entrar em contato com Mário Bortolotto , Gabriel Pinheiro e Fernanda D'Umbra.

                               (Pedro Pellegrino)

 


 

 



 Escrito por Cemitério de Automóveis às 10h49
[] [envie esta mensagem]




RIO DE JANEIRO

Estaremos durante o mês de Maio no Rio de Janeiro apresentando cinco espetáculos dentro do Projeto de Dramaturgia Contemporanea organizado pelo Roberto Alvim.

A programação é a seguinte:

Dias 06, 07 e 08/05 - A Frente Fria que a Chuva traz

Dias 12, 13, 14 e 15/05 - O que restou do Sagrado

Dias 19, 20, 21, 22/05 - Homens, Santos e Desertores

Dias 26 e 27/05 - Getsêmani

Dias 28 e 29/05 - Medusa de Rayban

No Teatro Ziembinski

Rua Heitor Beltrão, s/n

Tijuca

Tel : 2254-5399



 Escrito por Cemitério de Automóveis às 09h51
[] [envie esta mensagem]




HOMENS, SANTOS E DESERTORES - ÚLTIMO DIA

 

O último dia do espetáculo. O último dia da temporada. Acontece. Estamos indo pro Rio de Janeiro na próxima semana. Foi muito legal ter feito a peça no Teatro do Centro da Terra. O teatro é maneiro e a rapaziada que trabalha lá também é. Foi divertido. E foi sério. Essa noite também vai ser. Deve haver testemunhas. Quero acreditar que sim.

Teatro do Centro da Terra

Rua Piracuama, 19 - Sumaré

Metrô Sumaré

(Pra quem for pela Alfonso Bovero é só entrar a direita na Apinagés - A primeira já é a Piracuama)

Tel : 3675-1595

21h30

Hoje (último dia)

R$ 15



 Escrito por Cemitério de Automóveis às 01h35
[] [envie esta mensagem]




HOMENS, SANTOS E DESERTORES - ÚLTIMOS DIAS

 

São realmente os dois últimos dias dessa curta temporada. É um espetáculo muito especial pra gente. Quando escrevi, nem queria fazer como ator. Queria chamar o Zé Carlos Machado e o Gabriel. Só ia dirigir. É uma peça um bocado delicada. Mas o não pôde fazer. Então foi o Gabriel que intimou: "Faz você, Marião". E eu disse: "Tudo bem, eu faço, mas a Fernanda dirige". E essa se mostrou uma decisão muito acertada. A Fernanda conseguiu a delicadeza necessária para uma direção tão difícil e detalhista que é o que o texto pedia. E é foda de bom de estar lá fazendo. E hoje e amanhã são os últimos dias dessa curta e prazeirosa temporada. Depois a gente vai pro Rio de Janeiro fazer cinco espetáculos (entre eles, o "Homens, Santos e Desertores"), mas depois eu falo sobre isso.

Teatro do Centro da Terra

Rua Piracuama, 19 - Sumaré

Metrô Sumaré

(Pra quem for pela Alfonso Bovero é só entrar a direita na Apinagés - A primeira já é a Piracuama)

Tel : 3675-1595

21h30

Quinta e Sexta (dois últimos dias)

R$ 15




 Escrito por Cemitério de Automóveis às 01h59
[] [envie esta mensagem]




CONFUSÃO NA PLATÉIA

Na apresentação de sexta-feira do espetáculo "Homens, Santos e Desertores" aconteceu um fato bastante desagradável. Um bêbado entrou no teatro e começou a avacalhar. Falava no meio da peça, incomodava o público e barbarizava geral. Parte da platéia ficou revoltada e começou a brigar com o bêbado. A gente lá no palco não podia fazer nada. Sou contra parar a peça no meio. Não é show de música. É teatro, porra. No final dos espetáculos já tive a manha de bater de frente com sujeito folgado. Nesse dia não tava a fim. Essa peça é especial demais pra mim. A gente não voltou para os aplausos (aliás não gosto de voltar, especialmente nesse espetáculo). Desci pro camarim e fiquei na minha. Mas foi bem chato. Não é fácil manter a concentração quando você percebe que está rolando uma peça paralela na platéia. O Thiago Duran me mandou um e-mail comentando o ocorrido. Tá aí embaixo:

Olá Mário.

 

Assisti "homens, santos e desertores" na sexta. Posso dizer que o texto me deixou meio sem palavras, fiquei meio no ar, abobado. Não esperava sentir isso. Uma pena foi ter meia dúzia de idiotas atrapalhando a compreensão de qualquer um que não queria perder nada. Quero inclusive assistir de novo, só espero não ter esses idiotas para atrapalhar. Aliás, vocês vão apresentar essa peça na mostra?

 

Tem mais uma coisa. Seus livros com as peças ainda estão disponíveis ou já acabaram? Eu queria comprá-los.

 

Grande abraço,

Thiago.

Nesta semana acontecem as duas últimas apresentações. Apareçam por lá e esperem pra beber após o espetáculo.

Teatro do Centro da Terra

Rua Piracuama, 19 - Sumaré

Metrô Sumaré

(Pra quem for pela Alfonso Bovero é só entrar a direita na Apinagés - A primeira já é a Piracuama)

Tel : 3675-1595

21h30

Quinta e Sexta.

R$ 15

 


 

 



 Escrito por Cemitério de Automóveis às 10h24
[] [envie esta mensagem]




FOLHA DE SÃO PAULO - HOJE

Tá tudo certo. Mas a Mostra com possíveis 30 peças acontece em Julho no Centro Cultural São Paulo, não em Maio. No mês de Maio estaremos no Rio de Janeiro com uma pequena Mostra de cinco peças.

TEATRO

Dramaturgo tem três peças, "Fuck You, Baby", "A Lua É Minha" e "Homens, Santos e Desertores", em cartaz na cidade


Bortolotto capta drama da "polifonia urbana"

Ayrton Vignola/Folha Imagem
O dramaturgo Mário Bortolotto, que tem três peças em cartaz em SP


VALMIR SANTOS
DA REPORTAGEM LOCAL

Três peças de Mário Bortolotto em cartaz na cidade. Talvez signifique pouco para quem já realizou mostras com 14, 26 textos e ainda prepara uma outra com 30, para maio, no Centro Cultural São Paulo, iniciativa do seu grupo Cemitério de Automóveis e de dezenas de atores convidados.
Os admiradores e aqueles que ainda não conhecem esse dramaturgo paranaense podem encontrá-lo em três regiões da cidade: "Fuck You, Baby", no centro, "A Lua É Minha", na zona leste, e "Homens, Santos e Desertores", na zona oeste.
Nesta última, Bortolotto, 42, também atua sob direção de Fernanda D'Umbra. "Fuck You, Baby" é um projeto da Cia. Teatro X, e "A Lua É Minha" tem direção de Zecarlos Machado, do Tapa.
"Acho que já escrevi de 45 a 50 peças. Preciso parar para contar. E tenho várias idéias para outras. É só beber menos e ficar em casa de madrugada, escrevendo", diz o dono do blog http://atirenodramaturgo.zip.net.

Folha - Você costuma dirigir seus textos. Gosta de ser encenado por outros?
Mário Bortolotto -
Gosto, em princípio. Nem sempre fico satisfeito com as encenações. Muitas vezes acontece de o diretor não ter a menor afinidade com o universo dos meus textos e acabar fazendo besteira. Mas às vezes acontecem encenações maneiras e sintonizadas com meu pensamento.

Folha - Você vê relação entre as três peças em cartaz?
Bortolotto -
Claro que sim. É o meu universo, a minha abordagem, a mesma maneira de mexer com o bisturi verborrágico em assuntos que me instigam há muito tempo. "Fuck You, Baby" é uma peça dos anos 80, em que eu abuso de um vocabulário pop, meio pós-moderno, meio cartum, para contar a história da garota que foge de casa e cai na vida.
Já "A Lua É Minha", que é de 1994, é um texto no qual falo de impotência criativa. Qual escritor ou artista que não passou por isso? Eu uso a figura do artista plástico como personagem principal porque, na época, eu estava fissurado em artes plásticas.
"Homens, Santos e Desertores", que foi escrita em 2002, é uma peça particularmente muito cara à minha dramaturgia por eu estar começando a investigar e mexer em feridas delicadas. Tem a ver com uma atitude de: "Foda-se. As coisas precisam ser ditas". Eu não estou medindo conseqüências com a minha dramaturgia.

Folha - Em "Homens, Santos e Desertores", é você quarentão conversando com você moleque?
Bortolotto -
Não. Não é bem isso. Uma parte talvez. É sempre uma parte só. Em qualquer criação artística é assim. Uma parte é o autor, a outra é onde sua vista alcança, até onde consegue ouvir, apesar de toda a polifonia urbana.

Folha - Quase toda a sua dramaturgia está publicada. Isso é raro no Brasil, sobretudo com um autor contemporâneo.
Bortolotto -
Antes, ligavam e eu tinha que ficar xerocando e mandando pelo correio. Hoje, a pessoa vem e compra os livros.




 Escrito por Cemitério de Automóveis às 08h42
[] [envie esta mensagem]


[ ver mensagens anteriores ]