Blog do Grupo de Teatro Cemitério de Automóveis
     
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DENTES EM CENA

Hoje é o segundo e último dia de apresentações da peça "Dentes Guardados", adaptação que fiz do livro do Brother Daniel Galera, e que está na programação da Mostra de Férias do Cemitério de Automóveis. Ontem foi muito legal. O elenco é ótimo e a peça ficou particularmente bonita na Sala nua da Jardel Filho.

Hoje às 21h

Sala Jardel Filho

Centro Cultural São Paulo

Rua Vergueiro, 1000

Tel: 3277-3611

Ingressos: R$ 12




 Escrito por Cemitério de Automóveis às 15h29
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NA FOLHA DE SÃO PAULO DE HOJE

TEATRO

Grupo apresenta, no Centro Cultural São Paulo, seu terceiro festival, com repertório que inclui 7 textos de Mário Bortolotto


Mostra do Cemitério desenterra 12 peças

VALMIR SANTOS
DA REPORTAGEM LOCAL

Grupo que já "morou" na região central ou na zona norte, o Cemitério de Automóveis sente-se em casa no Centro Cultural São Paulo (Liberdade), onde cessa o nomadismo a cada dois ou três anos para mostrar seu repertório e afins.
E o que acontece ao longo deste julho, com a Mostra de Férias do Cemitério, que vai desenterrar 12 pecas, sete da lavra de Mário Bortolotto e cinco de escritores outros versados no mundo de meninas, moleques e marmanjos desgarrados, que queriam ficar na deles, mas a vida, opa!, convoca-os para o algo mais.
As gerações anos 80 e 90 se trombam na terceira incursão do grupo de Bortolotto e da atriz e produtora Fernanda D'Umbra pelo CCSP. São 48 atores, a maioria convidados.
As primeiras duas edições foram realizadas no espaço cênico Ademar Guerra, o porão. Desta vez, ocupa a sala Jardel Filho.
"É uma sala melhor equipada e com mais conforto para o público e para os atores, mas não tem a mesma identidade, ou, eu diria ainda, familiaridade e intimidade que a gente tinha com o porão", diz Bortolotto. Cada produção faz temporada-relâmpago de uma a quatro noites. Chance de descortinar o repertório do autor paranaense que foi um dos fundadores do Cemitério em 1982, em Londrina, e 14 anos depois mudo-se para São Paulo.
A mostra abre com "Medusa de Rayban", uma sátira à violência urbana, também ela celebrizada pela mídia. Jack Daniels e Johnny Walker têm problemas para lá de etílicos: eles são matadores profissionais e reivindicam melhores condições de trabalho. Um deles chega a usar um "talk show" para defender o ganha-pão.
Em Bortolotto, o crime nem sempre é traduzido nos finalmentes. A ação, antes, serve de pretexto para jogar luz sobre marginalizados -condição tanto do poeta quanto do junkie da esquina.
Um psicopata que passou dez anos na cadeia volta às ruas para fazer "justiça" em "À Queima-Roupa". Uma família é estilhaçada em "Nossa Vida Não Vale um Chevrolet" (27/7). Com a morte do patriarca, irmãos entram em crise por causa da especialização que legaram: roubo de automóveis, coisa que o caçula não quer mais fazer.
"É provável que muitos espetáculos encerrem carreira nesta mostra, mas não vou prometer. Quem ainda não viu "Nossa Vida...", um clássico do Cemitério de Automóveis, e tem vontade de ver, deveria vir", diz D'Umbra.
Por vezes, o crime não compensa mesmo, mas embute missão à la Robim Wood.
Acontece em "Getsâmani" (dias 23 e 24/7). Uns caras seqüestram um editor de livros de auto-ajuda e fazem a seguinte exigência: que a "vítima" amplie seus horizontes literários e publique títulos com mais tutano.
Um Jack Kerouac (1922-1969), por exemplo. O escritor americano, das vozes mais importantes da Geração Beat, tem seus últimos dias de vida flagrados em "Kerouac", reveladora e auto-referente interpretação de Bortolotto, dirigida por Fauzi Arap. Solitário e amargurado, o personagem mora com a mãe e relembra seus dias na estrada, conforme dramaturgia de Maurício Arruda Mendonça.
Outros autores da mostra: Daniel Galera ("Dentes Guardados", 7 e 8/7); Reinaldo Moraes ("Tanto Faz", 14 a 17/7); Cristiano Baldi ("Clavícula", 20/7); e Márcio Américo ("O Homem Que Queria Ser Rita Cadillac" (21 e 22/7).
A mostra delineia um Bortolotto mais introspectivo em seus últimos textos, a par da condição humana que destila dor e poesia. Isso fica claro em "A Frente Fria Que a Chuva Traz", com a festa de filhinhos-de-papai numa laje de periferia, movida a sexo, drogas e pagode. Súbito, irrompe a voz da moça mais chapada de todos ali, a colocar os pingos nos "is" da existência medíocre. Sem moral.
Ou em "Homens, Santos e Desertores": a amizade entre um garoto com sentimentos de inadequação social e um quarentão que, digamos, outrora era mais rebelde e hoje prefere a reclusão.



 Escrito por Cemitério de Automóveis às 09h18
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COMEÇA AMANHÃ

Esta matéria saiu na Folha On Line:

Mostra traz 13 peças do Cemitério de Automóveis, grupo de Mário Bortolotto

De 5 a 31 de julho o grupo Cemitério de Automóveis, do autor e diretor Mário Bortolotto --aclamado no circuito alternativo, onde suas peças têm público garantido--, faz uma série de apresentações dentro da Mostra de Férias Cemitério de Automóveis, promovida pela Secretaria Municipal da Cultura.

As peças serão encenadas na sala Jardel Filho do Centro Cultural São Paulo e os ingressos têm preços populares: de R$ 1,50 (portadores da carteirinha de baixa renda da prefeitura, limitado a 20% dos lugares) a R$ 12. A bilheteria abre uma hora antes dos espetáculos. Os ingressos não poderão ser comprados com antecedência.

Veja a programação:

Medusa de Rayban
Comédia. Os assassinos profissionais Jack Daniels e Johnny Walker ficam às voltas com problemas corriqueiros. Sátira à banalização da violência urbana. Texto e direção de Mário Bortolotto.
Quando: dias 5 e 6, às 21h

Dentes Guardados
Comédia dramática. Adaptação de contos do livro homônimo do escritor gaúcho Daniel Galera, que relatam histórias de jovens com expectativas de vida que nem sempre se concretizam. Adaptação e direção de Mário Bortolotto.
Quando: dias 7 e 8, às 21h

Kerouac
Drama. O escritor Jack Kerouac (interpretado por Mário Bortolotto), ícone da geração beat, está em seus últimos dias de vida, morando com a mãe. Solitário e amargurado, relembra seus dias na estrada. Texto de Maurício Arruda Mendonça e direção de Fauzi Arap.
Quando: dias 9 e 10, às 21h

À Queima-Roupa
Comédia dramática. Cardan, um psicopata que passou dez anos na cadeia, está de volta às ruas e pretende fazer justiça. Texto e direção de Mário Bortolotto.
Quando: dias 12 e 13, às 21h


Tanto Faz
Comédia. Adaptação do romance cult dos anos 80 de Reinaldo Moraes. Ricardo, um escritor dândi e boêmio, consegue uma bolsa para passar um ano em Paris freqüentando um curso. Lá, desiste do trabalho e se entrega a uma vida hedonista de drogas, mulheres e cinema. Adaptação e direção de Mário Bortolotto.
Quando: dias 14, 15, 16 e 17, às 21h

A Frente Fria que a Chuva Traz
Comédia dramática. Um grupo de jovens de classe alta aluga uma laje na periferia para promover festas hedonistas. As coisas passam a mudar quando uma das garotas passa a questionar o próprio estilo de vida. Texto e direção de Mário Bortolotto.
Quando: dia 19, às 21h

Clavículas
Comédia. Adaptação de contos do livro homônimo do escritor gaúcho Cristiano Baldi. Adaptação e direção de Mário Bortolotto.
Quando: dia 20, às 21h

O Homem que Queria Ser Rita Cadillac
Comédia. Clovão, fã de Rita Cadillac, resolve assaltar um banco para conquistar sua musa. Texto de Márcio Américo e direção de Gabriel Pinheiro.
Quando: dias 21 e 22, às 21h

Getsêmani
Comédia dramática. Um editor de livros de auto-ajuda é seqüestrado e os bandidos exigem, em troca da sua libertação, que ele mude radicalmente sua linha editorial, passando a publicar autores que eles consideram fundamentais. Texto e direção de Mário Bortolotto.
Quando: dia 23, às 21h

Postcards de Atacama
Comédia dramática. Toddy abandona a esposa e se refugia em um hotelzinho de fim de mundo. De lá, manda cartões postais para a esposa que, inconformada, contrata um detetive para encontrá-lo. Texto e direção de Mário Bortolotto.
Quando: dia 26, às 21h

Nossa Vida Não Vale um Chevrolet
Comédia dramática. A família Castilho é especializada em roubar automóveis. O pai morre cedo, ficando para o irmão mais velho, Monk, a responsabilidade de tomar conta da família. O caçula não se adapta ao estilo de vida dos outros e fica em situação delicada. Texto e direção de Mário Bortolotto.
Quando: dia 27, às 21h

Homens, Santos e Desertores
Drama. Um garoto com sentimentos de inadequação social passa a freqüentar a casa de um homem que vive totalmente recluso. Texto de Mário Bortolotto e direção de Fernanda D'Umbra.
Quando: dias 28, 29, 30 e 31, às 21h

Mostra de Férias Cemitério de Automóveis
Quando:
de 5 a 31 de julho, sempre às 21h
Onde: Centro Cultural São Paulo (r. Vergueiro, 1.000, Paraíso, tel. 0/xx/11 3277-3611, ramal 221), sala Jardel Filho
Quanto: R$ 12 e R$ 1,50 (portadores de carteirinha de baixa renda da prefeitura, limitado a 20% dos lugares das salas)
Onde comprar ingresso: na bilheteria do CCSP, uma hora antes do espetáculo



 Escrito por Cemitério de Automóveis às 06h18
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