Blog do Grupo de Teatro Cemitério de Automóveis
     
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CHAPA QUENTE NO BLOG DOS QUADRINHOS

E NA IV MOSTRA CEMITÉRIO DE AUTOMÓVEIS

Peça baseada em microcontos em quadrinhos reestréia em SP

Reestréia neste fim de semana em São Paulo a peça "Chapa Quente". A encenação do grupo Cemitério de Automóveis é baseada em microcontos urbanos criados por André Kitagawa.
 
As histórias foram reunidas em um álbum lançado pelo autor em maio de 2006 ("Chapa Quente - 7 Histórias de André Kitagawa"). Parte delas está disponível também no site do desenhista. 
 
Foi por meio das histórias que o diretor Mário Bortolotto, responsável pelo grupo teatral, entrou em contato com Kitagawa com a idéia da peça. A primeira montagem estreou em maio de 2006, também em São Paulo. Ficou em cartaz até julho.
 
A peça é apresentada no Centro Cultural Vergueiro (rua Vergueiro, 1000, perto do metrô Vergueiro). Pode ser vista aos sábados (21h) e domingos (20h) até 29 de abril. O ingresso custa R$ 15.
 
 
 
 
 
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E é isso aí. Hoje estréia na IV Mostra Cemitério de Automóveis o nosso espetáculo "Chapa Quente".
 


 Escrito por Cemitério de Automóveis às 09h07
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HOJE NA ILUSTRADA - FOLHA DE SÃO PAULO

Cemitério de Automóveis apresenta repertório no CCSP

DA REPORTAGEM LOCAL

No ano do 25º aniversário, o grupo Cemitério de Automóveis abre hoje a quarta edição de sua mostra anual de teatro. Até o final de abril, o espaço cênico Ademar Guerra, no porão do Centro Cultural São Paulo (r. Vergueiro, 1.000, SP, tel. 0/xx/ 11/ 3383-3402), recebe sete espetáculos.
A programação começa com "Efeito Urtigão", do dramaturgo, diretor e ator Mário Bortolotto, que fundou o grupo em Londrina, em 1982. Na seqüência, reestréiam as montagens de "Faroestes", "Felizes para Sempre", "Ovelhas que Voam Se Perdem no Céu", "Tempo de Trégua", "A Frente Fria que a Chuva Traz" e "Chapa Quente".
São textos escritos por Bortolotto ou adaptações que ele fez de obras de Marçal Aquino ("Faroestes"), Daniel Pellizzari ("Ovelhas Que Voam Se Perdem no Céu") e a história em quadrinhos de André Kitagawa ("Chapa Quente", a produção mais recente).
Invariavelmente, histórias falam sobre seres urbanos deslocados, gente que resiste em perder o humor, seja lá qual for a crise (mas às vezes o baque é maior...).
As sessões acontecem de terça a sábado, às 21h, e, aos domingos, às 20h. Os ingressos custam R$ 15.

 



 Escrito por Cemitério de Automóveis às 10h54
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HOJE NO CADERNO 2 DO ESTADO DE SÃO PAULO

 
 
  Bortolotto celebra os 25 anos do grupo

Autor de mais de 50 peças, 31 editadas, ele conquistou prêmios e público fiel

Beth Néspoli

Foi em Londrina (PR), que nasceu o grupo Cemitério de Automóveis, fundado por Mário Bortolotto, em 1982. O nome era Chiclete com Banana - 'homenagem aos quadrinhos do Angeli', lembra Bortolotto. Na época, esse autor, diretor e autor que hoje tem cerca de 50 peças escritas - 'não sei exatamente, nunca contei' -, 31 delas publicadas em quatro livros, jamais poderia imaginar que a trajetória do grupo fosse ser tão longa, premiada, e ainda arrebataria tantos admiradores num centro urbano como São Paulo.

Um público fiel que certamente vai lotar, mais uma vez, a partir de amanhã, o porão do Centro Cultural São Paulo, onde começa a 4ª Mostra Cemitério de Automóveis, com sete peças apresentadas de terça a domingo, até o dia 29 de abril (leia programação ao lado). Começam assim as comemorações dos 25 anos do grupo que se mudou para São Paulo em 1996, já rebatizado. 'Mudei o nome porque o Angeli ficou famoso, e aí parecia que a gente estava querendo pegar carona.'

Entre as peças escolhidas para integrar a mostra estão desde a criação mais recente, a ótima Chapa Quente, adaptação dos quadrinhos de André Kitagawa, passando por montagens elogiadas pela crítica e bem recebidas pelo público como A Frente Fria Que a Chuva Traz até outras raramente levadas ao palco, como Efeito Urtigão e Tempo de Trégua.

Frente Fria flagra o comportamento leviano e violento de jovens de classe média que alugam uma laje na periferia para dar um tom 'exótico' às suas baladas. Já foi encenada no Rio, sob direção de Caco Ciocler, no morro do Vidigal, na sede do grupo Nós do Morro. 'Vi e gostei. Os atores globais faziam os mauricinhos e patricinhas, os do morro faziam os personagens do morro. Ficou interessante.' Bortolotto costuma dizer que em Chapa Quente nada mais fez do que ser fiel aos quadrinhos de Kitagawa. Não é bem assim. Sua direção coreográfica potencializa conteúdo e imagens das histórias selecionadas. Exemplo claro está na cena em que uma garota é atingida por uma bala perdida no momento em que 'discute a relação'. Ao usar o recurso da simultaneidade de ações, ele explora uma falsa antecipação de tempo com tal precisão que transforma sua fonte de inspiração numa pérola de humor negro.

A mostra antecipa uma programação de aniversário ainda mais intensa prevista para o segundo semestre, uma vez que agosto foi o mês de fundação do grupo, com a estréia da peça Você Viu uma Azeitona por aí? 'Vê se isso é titulo!', ironiza o autor, Bortolotto. 'Com essa peça eu fiz teatro do absurdo - era absurdo de ruim', diz com o humor crítico que lhe é peculiar sobre a peça que jamais publicou. 'E nem vou.'

Lucidez não lhe falta para avaliar os saltos de qualidade do grupo ao longo dos anos. 'A Medusa de Rayban foi um marco, valeu a primeira indicação para o Prêmio Shell. A estréia foi no CCSP, com apresentações às terças e quartas. No início, não havia quase ninguém na platéia, aos poucos foi enchendo, o teatro lotou, foi sucesso de público, depois lotou o TBC, uma virada.' O outro marco foi a estréia paulistana de Nossa Vida não Vale um Chevrolet, também no CCSP, em 2000. 'Ganhei prêmios e em breve vai estrear a versão para cinema, o filme está pronto.' Esses são marcos externos, que dizem respeito ao reconhecimento, importantes, claro, mas há outros. 'Pessoalmente, considero Chapa Quente um marco de direção, consegui fazer quase tudo o que queria. Como autor, Homens, Santos e Desertores, pela sofisticação da linguagem.'

O que há para ver

EFEITO URTIGÃO


Terças e quartas

Amanhã, quarta e dias 13, 14, 20 e 21

FAROESTES

Quintas e sextas

Dias 8, 9,15, 16, 22 e 23

FELIZES PARA SEMPRE

Terças e quartas

Dias 27 e 28 de março

Dias 3, 4, 10 e 11 de abril

OVELHAS QUE VOAM SE PERDEM NO CÉU

Quintas e sextas

Dias 29 e 30 de março

Dias 5, 6, 12 e 13 de abril

TEMPO DE TRÉGUA

Terças e quartas

Dias 17, 18, 24 e 25

A FRENTE FRIA QUE A CHUVA TRAZ

Quintas e sextas

Dias 19, 20, 26 e 27 de abril

CHAPA QUENTE

Sábados e domingos

Dias 10, 11, 17, 18, 24, 25 e 31 de março

Dia 1.º, 7, 8, 14, 15, 21, 22, 28 e 29 de abril

(SERVIÇO)
CENTRO CULTURAL SÃO PAULO

Rua Vergueiro, 1.000, tel. 3277-1435. De 3.ª a sábado: 21 h. Domingo: 20 h, R$ 15





 Escrito por Cemitério de Automóveis às 11h38
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